<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153502107322020375</id><updated>2011-06-09T06:48:48.179-03:00</updated><title type='text'>Músicas para alguém</title><subtitle type='html'>Essa é uma coletânea de músicas e textos que contam histórias reais, que não podem ser reveladas, mas podem ser sentidas em som, corpo e sentimento.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Maestro Bogs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15847140182266592317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_U7KK0IQOBrg/SN0zR9wK-lI/AAAAAAAAAB4/XVQWBMCJaoo/S220/bogolhes.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153502107322020375.post-2300626523006134003</id><published>2009-02-25T17:36:00.003-03:00</published><updated>2009-02-25T17:50:19.101-03:00</updated><title type='text'>Vírus no Linux? Aonde Clica?</title><content type='html'>Todo santo lançamento de uma nova plataforma Windows, uma chuva de publicidade, junto com boatos, FUD's acordões com empresas para calarem a boca em relação à pseudo-quebra de patentes de todo o tipo de coisa. Grandes empresas de não sei aonde migram todos os seus servidores pra Windows (enquanto todo o resto do mundo faz o contrário), as grandes novidades de um novo ambiente gráfico revolucionário (que todos os outros sistemas operacionais já tem, melhor, mais bonito e mais rápido) e todo o tipo de promessa e mentira que, na última campanha da Microsoft, resultou, não somente no maior fiasco jamais visto sobre a marca, como também o nome sujo, com acusações falsas de quebra de patentes, e até lucro indevido sobre serviços de downgrade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A última eu vi recentemente nos artigos da PC World, IDG Now, e G1, da Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A do IDG foi mais leve, eles “recauchutaram” um artigo antigo sobre o porque do Linux não ter dado certo nos desktops. Tudo bem, pegou leve, mas além de ser um artigo cheio de falácias, meio que ignorando o crescimento dos concorrentes do Windows (incluindo nestes o MacOSX), diante dos 95% da Microsoft, esqueceram de atualizar um dado muito importante, o Windows caiu pra casa dos 80 depois do fracasso do Vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mas a melhor vem da G1 e da Securia, inventaram aquilo que ninguém podia imaginar, LINUX TEM VIRUS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O artigo até dá dó de ler, pois, na tentativa  de provar a existência de ET's em varginha, o reporter pseudogeek que se diz “especialista” em segurança, desenterra vírus conceito de 2001 (ou seja, hackers testando a possibilidade de vírus que na verdade, nunca saíram do laboratório e não fazem mal a ninguém), isso na época em que o Linux era apenas uma grande novidade, não tinha a estabilidade e a seriedade que tem hoje.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Depois dessa pérola, o artigo deriva em achismos, possibilidades remotas e falácias como “se o Linux fosse usado por todo mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Olha, no campo dos servidores, o Linux já é usado por todomundo, e aonde estão os virus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sim, todo o sistema tem falhas de segurança, Muitos servidores são invadidos usando de engenharia social, força bruta, SQL injection entre outros métodos, mas não estamos falando de métodos mirabolantes para devido fim, estamos falando de computadores pessoais que são invadidos automaticamente pela rede, com o uso de um pendrive ou a partir de um clicar num site com código malicioso, cadê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E se o Linux é tão perigoso assim, tão quanto ou mais que o Windows, ao ponto de ter vários “especialistas” no assunto contra-indicando a migração, por que esses respeitáveis sites de informação estão usando Linux nos seus servidores, hem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A toda mídia pucha-saco e em especial, ao tal especialista em segurança Altieres Rohr que deve ter cheirado muita fumaça de fonte queimada nas férias e tido alucinações loucas sobre virus no Linux (e no Mac também), eu lanço o desafio: AONDE É QUE CLICA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Se vocês me mandarem uma única URL ao ponto de mandar meu querido Linux pro espaço, eu retiro o que disse. E vale lembrar que tem que ser PORTÁVEL, CONFIÁVEL E ACESSÍVEL AO USUÁRIO COMUM, nada de levantar servidores específicos ou compilar códigos no console de texto, é preciso fazer tudo isso pra contaminar um Windows por acaso? Caso contrário, fica aqui meu depoimento: são um bando de picaretas recebendo por fora pra iludir o usuário e fazer prevalecer o monopólio daquele sistema operacional pra enganar otário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigos alucinógenos com direito à vírus no Linux:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1004070-6174,00-CONSIDERADO+MAIS+SEGURO+QUE+WINDOWS+LINUX+TAMBEM+NAO+ESTA+LIVRE+DE+AMEACAS.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.linhadefensiva.org/2009/01/sim-existem-virus-para-mac/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Política da Microsoft para manter seu sistema operacional mais seguro (ridículo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3513956-EI4805,00-Microsoft+oferece+US+mil+por+criador+de+virus.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Política de "honestidade" da Microsoft para maquiar o "sucesso" do Windows Vista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/02/16/downgrade-pago-do-vista-para-xp-leva-usuaria-a-processar-microsoft/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153502107322020375-2300626523006134003?l=musicasparaalguem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/feeds/2300626523006134003/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153502107322020375&amp;postID=2300626523006134003' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default/2300626523006134003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default/2300626523006134003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/2009/02/virus-no-linux-aonde-clica.html' title='Vírus no Linux? Aonde Clica?'/><author><name>Maestro Bogs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15847140182266592317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_U7KK0IQOBrg/SN0zR9wK-lI/AAAAAAAAAB4/XVQWBMCJaoo/S220/bogolhes.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153502107322020375.post-3532921859333710312</id><published>2008-10-21T12:49:00.005-02:00</published><updated>2008-11-01T03:38:41.909-02:00</updated><title type='text'>2º Capítulo: Loucura</title><content type='html'>Música: Sei Lá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/Maestro-Bogs-Sei-La/226231/"&gt;Maestro Bogs - Sei Lá&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b90d94539fd702fc3aae9e22a6bc6b8c" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b90d94539fd702fc3aae9e22a6bc6b8c" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" &gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A cicatriz estranha na memória...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tal loucura é como se fosse tudo, e ao mesmo tempo nada de mais. Acompanha como uma sombra, se espreita, se esconde pelos vários caminhos do imprevisível. É, em parte, parte daquilo que nos é dado e é normal, o puro e simples reflexo à todas as adversidades do mundo, um chamado de nosso instinto a reagir àquilo que não é natural; noutra, é um pouco do sobrenatural e do mundano que absorvemos, corrompendo nosso corpo e a nossa alma diante das diferentes surpresas e indiferenças da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No triste caminho que descrevi no capítulo anterior, há de se admitir que essa tal em parte nos uniu quando lhe foi conveniente, mas a mesma nos separou por capricho. Da loucura do corpo e do organismo, da loucura dos sentimentos, e também, da loucura dos outros, desses meios aonde nos ensinam loucuras em nome de Deus, da ordem ou o que quer que valha. Da loucura da violência legítima e do amor profano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte da minha loucura se foi de mãos dadas com Ela, a outra está aqui, impressa em cada nota, cada som, cada fôlego que resta para cantar. De cada dor, de cada agonia, e das poucas e simples loucuras que nos fazem felizes também, gravo e registro em notas e desespero, é preciso gritar bem alto antes que vire tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... pura e simplesmente loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: #bcbc9b"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco de realidade (in)sensível:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês de agosto do ano de 1998, eu senti uma dor de cabeça estranha que se estendia por 3 dias e fui ao médico. O primeiro diagnosticou gripe e me mandou tomar aspirinas. Não acreditei, mas também não questionei, resolvi procurar outro médico no dia seguinte, e então, na hora do almoço quando já havia planejado ir ao médico, fui carregado pela minha família, em coma, direto para o pronto socorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que veio o segundo diagnóstico: encefalopatia tóxica causada por uso de narcóticos fortes como, por exemplo, cocaína. Pois que todos os outros exames não apontaram nada, e em se tratando de um rapaz jovem, com toda saúde e sorte que gozam todos aqueles jovens dignos de preconceitos, e já que exames mais profundos eram caros, vamos as hipóteses mais “estatísticas” e transformamo-as em diagnóstico. Até mesmo um exame toxicológico fraudulento deu positivo para uma variedade razoável de substâncias que meu corpo nem mesmo conhecia, isso depois de ser desmentido por duas contra-provas. Engraçado como um exame rudimentar, antigo e barato como um eletroencefalograma, que costuma acusar esse tipo de contaminação, não foi levado em consideração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei depois de 10 dias e pouco antes, alguém teve a genial idéia de fazer uma tomografia, acusando uma “manchinha” que poderia ser um câncer ou um hemangioma. A ressonância magnética confirmou o hemangioma. A despeito do “tratamento respeitoso” que tive na minha cidade, fui operar em São Paulo. A cirurgia foi um sucesso e “aparentemente” não haviam seqüelas. Logo que acordei depois da cirurgia, meu primeiro impulso foi checar que estava enxergando, logo que o tumor se localizava na parte parietal do córtex direito. Num primeiro instante não consegui ler o número do apartamento impresso na televisão do hospital, mas consegui fazê-lo no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando saí, reparei uma certa facilidade para me acidentar batendo em obstáculos, e ao sair na rua pela primeira vez, percebi que não tinha visto um poste de eletricidade até um palmo de distância do meu rosto. Esse sintoma foi o que mais me chamou a atenção, e veio me acompanhando desde então. Indagado à um neurologista, este deu mais atenção a hipótese de pequenos desvios de comportamento (psicose) e me passou e substituiu meu medicamento anti-convulsivo por outro de mesmo efeito, porém eficaz também nesses casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco anos depois, suspendi a medicação pois não havia mais risco de convulsão. No começo, percebi apenas os benefícios de me livrar dos efeitos desse medicamento que me dopava, mesmo que num grau muito pequeno, mas com o passar dos anos os tais sintomas “comportamentais” se agravavam. Aumentou a ocorrência em não identificar objetos das mais diversas proporções, me levando a considerar o risco à mim e aos outros e parar de dirigir. Comecei a ter problemas de orientação, a me perder na rua e dentro de casa. Sinais de depressão foram aparecendo, talvez, mascarados pela minha personalidade sempre positiva, e para finalizar, as dolorosas contrações musculares nos braços voltaram. Numa primeira tentativa, fui à um neurocirurgião que foi bastante taxativo - “Está tudo bem, a cirurgia foi um sucesso e está completamente cicatrizado. Mas nós temos uma seqüela aí. Consulte um neuropsicólogo. Procurei por tal especialidade e não encontrei um com cobertura de meu convênio. Na segunda, minha psicóloga de costume me diagnosticou um quadro depressivo já preocupante, mas não fez nenhuma ligação dessa com a cicatriz. Fui encaminhado pelo convênio à um psiquiatra que não somente ignorou os tais sintomas que havia dito, mas também se apegou à um quadro familiar nada agradável para reafirmar a tal psicose. Meu desapontamento foi tamanho que tive vontade de lhe dar uma surra bem dada quando ele afirmou que os tais sintomas na parte da visão não passavam de delírios psicóticos. Como se não bastasse, tudo indicava que ele queria me tratar com estimulantes, e pesquisas que fiz relatavam efeitos negativos por vítimas de traumatismos na área parietal. A recusa ao tratamento me trouxe sérios problemas na convivência familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que uma tia me indicou uma neuropsicóloga de confiança que tendo em mãos os exames de ressonância e o laudo da psicóloga, elucidou todo (ou parte) do caso. Nada de diagnósticos absurdos. É certo que a tal cicatriz, que se encontra alojada abaixo, e entre as áreas responsáveis pela visão e a parte psicomotora, além de atrapalharem na comunicação dessas, um campo eletromagnético irregular em volta poderia afetar a parte emocional causando a depressão. Comecei um tratamento com anticonvulsivantes de natureza semelhante ao que tomava antes e a melhora foi fantástica. Nem tudo são flores, ainda carrego aquilo que chamamos de déficit de campo visual, sintoma comum à quem sofre de dislexia e transtorno de atenção. Trabalhamos com duas hipóteses ainda não confirmadas, de deficit do cortes visual central, gerando um corte da visão, ou do secundário, afetando a área responsável entre ligar o que se enxerga ao entendimento daquilo que se vê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que minha vida seria um pouco melhor se todos esses médicos que conheci durante esses dez anos tratassem hipóteses como tal, com um pouquinho de método científico, que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como nem tudo é enfermidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música “Sei Lá” foi composta praticamente junto com Gaivota, do capítulo anterior, justo na época em que tais problemas se agravavam. Ela traduz o sentimento de prisão sentido por esse “sei lá” que eu estava sentindo, junto ao meu apego por trabalhar com meus amigos da dança, em produção de áudio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a música favorita d'Ela.&lt;br /&gt;De todas as músicas do passado que estou revendo, e das que estão terminando de nascer para vir para o blog, essa foi ao mesmo tempo a mais revigorante, e a mais dolorosa. Revisitar esses sentimentos todos me trouxe algum crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa música foi especialmente feita e dedicada à minha mais linda e mais querida musa da dança, colega companheira e guerreira nas artes, Flávia Studart. Talvez por identificação, por sentir que quando temos um igual (no sentido nerd do termo) brilhando no palco, é por que temos alguma chance...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...porque paixão quando não é feita de carne, e sim da luz do palco, da alma e do sentimento, nunca morre.&lt;br /&gt;Renasce à cada cada nota, a cada palavra, movimento e sentimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153502107322020375-3532921859333710312?l=musicasparaalguem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/feeds/3532921859333710312/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153502107322020375&amp;postID=3532921859333710312' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default/3532921859333710312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default/3532921859333710312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/2008/10/2-captulo-loucura.html' title='2º Capítulo: Loucura'/><author><name>Maestro Bogs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15847140182266592317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_U7KK0IQOBrg/SN0zR9wK-lI/AAAAAAAAAB4/XVQWBMCJaoo/S220/bogolhes.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153502107322020375.post-174140431940258035</id><published>2008-09-26T15:27:00.014-03:00</published><updated>2008-11-01T04:00:21.726-02:00</updated><title type='text'>1º Capítulo: O Mar</title><content type='html'>Músicas: Maresia / Gaivota&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/Maestro-Bogs-Gaivota-Maresia/226117/"&gt;Maestro Bogs - Gaivota &amp; Maresia&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=090f8ddc121f45d36ba53e418ddfc662" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;  &lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=090f8ddc121f45d36ba53e418ddfc662" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No começo, havíamos Nós e o Mar. Pra dizer a verdade, não havia sequer Nós, pois nunca tínhamos nos falado, nos olhado, nos tocado. Tudo que existia era uma extensão de água, sal, distâncias, solidão e loucura entre Nós. Quanto a Nós, de um lado, uma mistura de insanidade e enfermidade, quase indistinguível. Do outro, a indiferença e a violência, a realidade de quem vive em terras estrangeiras como um alienígena entre outros alienígenas que não podiam entender sua língua, sua cultura, sua alma. Cada qual em sua prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Ambos não conseguíamos entender o chamado que vinha do Mar, uma espécie de destino presente, uma incoerência que só sabia fazer sentido dentro de nossas esperanças quase mortas, que só reviveram quando tivemos coragem de enfrentar esse Mar, que até hoje nos machuca, nos entristece, nos separa um do outro, e da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O Mar que existe hoje é muito maior, é feito de mágoa, discórdia, ciúmes, todas as paixões negativas que um coração humano possa construir. Se Nós não tivéssemos colocado a culpa de nossos erros no Mar dos outros? Se Nós não tivéssemos superestimado o Mar que a natureza nos deu, e subestimado o Mar que a natureza humana construiu entre Nós? Teríamos Nós navegado rumo ao continente da liberdade? Quem sabe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   É preciso coragem para enfrentarmos nossos Mares, carregarmos nossas cruzes e aprendermos, com tolerância e gratidão, a julgar cada destino que nos reserva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Eu ainda navego nesse Mar, ainda busco minha liberdade e o meu amor, e já não carrego a loucura e a insanidade na tripulação, como num passado não muito distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Quisera Ela navegar comigo, quisera Nós, um dia, nos encontrarmos, como num passado não muito distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background: #bcbc9b"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco de realidade sensível:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música Maresia é de julho de 1997, talvez a mais antiga música ainda no meu repertório, me impressiona o fato de ainda carregar comigo algo de uma época tão imatura da minha vida , dentro da memória do meu violão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tentei orquestrar Maresia diversas vezes sem sucesso, talvez por ser de uma época antes da música digital, ou até mesmo, de uma alfabetização musical mínima para tal. Me acostumei com o jeitinho voz e violão de buteco dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maresia foi a primeira música que toquei para “Ela”, e Gaivota, o primeiro que mandei em MP3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gaivota foi produzida em 2005 logo após trabalhos no Seminário Internacional de Dança de Brasília, que me rendeu mais 2 coreografias com músicas minhas, juntamente com “Sei Lá”, música que logo estará presente nessa ópera digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirada na angústia de uma jovem adolescente em conflito com a família, e as coisas naturais da idade, como carreira, vestibular e liberdade, a música Gaivota busca, num universo onírico simbolista, uma metáfora para a juventude e a liberdade diante da indiferença dos homens adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gaivota foi dedicada à bailarina Thaisa Brostel aluna da minha eterna Professora de dança contemporânea e amiga Monique Diniz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão de Gaivota que consta aqui no blog é ainda a original, estou preparando uma reforma nela e logo substituirei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não tenha feito essa música para “Ela”, criou-se um novo significado diante de nossa ânsia pela liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A irmã d”Ela” me deu sorte nessa última gravação de Maresia, não estava conseguindo gravar em função das mudanças de tempo pré-progamadas nos instrumentos sintéticos, até que ela ficou online no MSN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem quizer ouvir apenas Maresia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/Maestro-Bogs-Maresia/226120/"&gt;Maestro Bogs - Maresia&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=e142098c8598557ccf74fdd0d6026ec3" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=e142098c8598557ccf74fdd0d6026ec3" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem quizer ouvir apenas Gaivota:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/Maestro-Bogs-Gaivota/226126/"&gt;Maestro Bogs - Gaivota&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=c32415a73a96b2fdd00659722c17879b" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=c32415a73a96b2fdd00659722c17879b" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153502107322020375-174140431940258035?l=musicasparaalguem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/feeds/174140431940258035/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153502107322020375&amp;postID=174140431940258035' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default/174140431940258035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default/174140431940258035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/2008/09/1-captulo-o-mar.html' title='1º Capítulo: O Mar'/><author><name>Maestro Bogs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15847140182266592317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_U7KK0IQOBrg/SN0zR9wK-lI/AAAAAAAAAB4/XVQWBMCJaoo/S220/bogolhes.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8153502107322020375.post-5017049205623204609</id><published>2008-09-26T00:16:00.005-03:00</published><updated>2008-09-26T20:24:30.966-03:00</updated><title type='text'>A Escolha da Distribuição Linux.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_U7KK0IQOBrg/SN1t_gX-MCI/AAAAAAAAACQ/AqJ0BjbcW5w/s1600-h/distros.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_U7KK0IQOBrg/SN1t_gX-MCI/AAAAAAAAACQ/AqJ0BjbcW5w/s320/distros.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250473678373531682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Notas de produção n° 1.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todo o bom Linuxer, sempre andei testando todo o tipo de lançamento até me adequar a aquela que me serviria para o resto da vida, ou até ler um artigo sobre alguma melhor, mais leve, mais amigável, ou até mesmo, mas “hard user” que todas as outras. Do Kurumin 3.nãoseiquanto ao ArchLinux, já tinha uma certa experiência e uma certa noção do que queria. Quando resolvi tomar parte desse projeto, acreditei que o primeiro passo seria a escolha da distribuição certa, não ao acaso, para a melhor qualidade e produtividade da produção de áudio, e também, visando deixar um exemplo a ser seguido, para quem estiver pensando em fazer o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia sempre foi partir do princípio do custo zero em software, sinceramente, independente de ser “open source” ou apenas freeware. Sim, qualidade também conta, e mesmo que as soluções open não sejam tão tradicionais quanto as que tinha no mundo azul do sisteminha da  Redmond, a tempos não sabia o que era um sistema trabalhando o dia inteiro sem clamar por uma reinicialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo eu descartei distribuições feitas para produção de áudio como o Musix e o Ubuntustudio, pensava em algo que alguém que já estivesse com seu Linux instalado, por exemplo, pudesse instalar seus pacotes e começar a fuçar os programas logo após ler esse e outros artigos. No começo, desprezei o Ubuntu, já que tá na moda mesmo falar mal dele, embora seja um sistema que tenho o maior respeito, passei uns pesadelos na mão dele em função do Skype justamente por causa da configuração de áudio, e logo descartei. Parti direto pra minha segunda opção de distribuição “facinha facinha”, Fedora 9, e tomei um susto, com todo o respeito – MEU DEUS DO CÉL!!! QUE PORCARIA!!! - então é com aquela distro que os fans do fedora gostam de chutar a moral dos ubuntusers? Fala muito sério?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive boas experiências com o OpenSuse: leve, bonito, fácil de usar. Tive apenas um probleminha com kernel RT. Consiste basicamente em um kernel modificado para trabalhar em baixa latência, aumentando o tempo de resposta em tarefas de tempo real, aonde milésimos de segundo contam. Muito útil para servidores e, indispensável para produção de áudio. Pra se ter uma idéia, o servidor Jack, um assunto que predento abordar em breve, funciona muito mal sem ele. Sim, o OpenSuse me trazia a possibilidade de instalar um kernel RT pré-compilado, o problema é que não instalava o driver Nvidia nele nem com reza braba! Então recompilei o meu próprio kernel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando eu ví que a coisa tinha ido para um caminho muito diferente da que havia planejado, recompilar kernel não está no meu conceito de “facilidade para qualquer um”. Então dei uma chance pro Ubuntustudio, ou quase isso. Instalei o Ubuntu 8.04, atualizei e mandei instalar os pacotes referentes ao ubuntustudio (claro, sou pobre e ainda tenho a minha velha gravadora de CD, não posso instalar distro de DVD ainda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não seria mais fácil simplesmente continuar no Windows?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha resposta é muito simples: pessoalmente NÃO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou aqui para fazer um bravo discursos contra o monopólio da Microsoft, e nem bravar pela superioridade desse ou daquele sistema, desse ou daquele programa, desse ou daquele modelo de desenvolvimento etc. Queria tornar esse trabalho viável, do ponto de vista econômico, sem ter que gastar 3 vezes o que minha máquina custou em software, e sim, tornar viável a publicação de meu trabalho intelectual respeitando a propriedade intelectual dos outros, sem pirataria alguma. Das licenças de programas que eu possuo, muitos são da era do windows 9x, incompatíveis com o windows XP, e venhamos e convenhamos, o Windows Vista está longe de alternativa viável, tanto no econômico, tanto na compatibilidade, e na competência trabalhando com pesados servidores de áudio, portas de entrada e fluxo de dados no disco rígido, mesmo que eu tivesse todo o dinheiro do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe como andam as coisas? Muito bem, já não perco tanto tempo reconfigurando o sistema após a atualização, nem drivers, nem nada. Tenho mais tempo para escrever músicas, e até para cuidar de outras coisas. E sim, o sistema não me faz sentir saudades do Windows a maior parte do tempo. Bem ou mal, o ubuntu está com alguns probleminhas sim, um certo exagero em sua filosofia as vezes cria a falta de solução ao invés do conforto, mas está indo muito bem. Eu sei, qualquer hora ainda testo o ArchLinux com kernel RT. Mas só qualdo as coisas por aqui estiverem mais adiantadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, cheguei a escrever um artigo inaugural dessa seção de notas de produção descascando o coitado do ubuntu, vou ter que engolir ele ainda por um bom tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8153502107322020375-5017049205623204609?l=musicasparaalguem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/feeds/5017049205623204609/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8153502107322020375&amp;postID=5017049205623204609' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default/5017049205623204609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8153502107322020375/posts/default/5017049205623204609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musicasparaalguem.blogspot.com/2008/09/escolha-da-distribuio-linux.html' title='A Escolha da Distribuição Linux.'/><author><name>Maestro Bogs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15847140182266592317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_U7KK0IQOBrg/SN0zR9wK-lI/AAAAAAAAAB4/XVQWBMCJaoo/S220/bogolhes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_U7KK0IQOBrg/SN1t_gX-MCI/AAAAAAAAACQ/AqJ0BjbcW5w/s72-c/distros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
